Ilude-me o poder...
Ilude-me o poder...
A capacidade...
Ilude-me a verdade,
O que julgo saber.
Desconheço se sou capaz,
Se o destino me apraz...
Se foi feliz ou furtivo em vão,
Sopro meu, da escuridão.
Tenho de continuar...
A capacidade...
Ilude-me a verdade,
O que julgo saber.
Desconheço se sou capaz,
Se o destino me apraz...
Se foi feliz ou furtivo em vão,
Sopro meu, da escuridão.
Tenho de continuar...



Pedindo antecipadas desculpas pela “invasão” e alguma usurpação de espaço, gostaríamos de deixar o convite para uma visita a este Espaço que irá agitar as águas da Passividade Portuguesa...
Posted by
RESSACA ® |
26 de Agosto de 2008 21:10
Acho que deves continuar,com a tua Poesia,com o que queres dizer.Ou por vezes insinuar sem segundos sentidos.
Penso que o fazes claramente.E com verdadeiro talento,sem lugares comuns.
Tens mesmo de continuar porque não conheço mas ninguém que escreva poesia como tu.
Posted by
Shadow on the Sun |
10 de Setembro de 2008 1:23